É do senso-comum presumir que os homens também sofrem de depressões. No entanto, como destaca um artigo do Huffington Post, os homens mostram maior dificuldade do que as mulheres em reconhecer o problema. Em última instância, este fator pode contribuir para agravar o problema. A depressão é muitas vezes vista como um problema que afeta mais as mulheres. Ironicamente, é esta uma das principais razões para homens que sofrem de depressão não procurarem ajuda. O alerta é feito ao Huffington Post por Amit Anand, um responsável do norte-americano Center for Behavioral Health.

Anand vai mais longe e adianta que esta dificuldade tem impacto não só ao nível do diagnóstico, mas também ao nível do tratamento. Só nos Estados Unidos haverá cerca de seis milhões de homens que, anualmente, sofrem de depressão, segundo números do Instituto Nacional para a Saúde Mental. Para este especialista entrevistado pelo Huffington Post “é mais provável as mulheres reconhecerem que têm depressão e procurar ajuda”. Determinadas questões culturais estarão na origem desta dificuldade entre os homens. Mas há mais fatores.

O primeiro apontado é ao nível da percepção do problema: alguns dos homens podem não reconhecer os sintomas.A também norte-americana Aliança Nacional para a Doença Mental sugere que a tentativa de suprimir sentimentos de tristeza e de esconder a vontade de chorar ajuda a camuflar o problema. Uma questão que nos leva para outro ponto. Culturalmente, os homens têm tendência para negar a questão perante outras pessoas: -os homens não pedem direções porque isso os faz parecer mais fracos- explica Dean F. MacKinnon, que dá aulas de psiquiatria na Johns Hopkins, em Baltimore.

E vai mais longe: os homens também -sofrem mais em silêncio- além de tentarem se automedicar. Para estes especialistas, estas diferenças na forma de lidar com – e de reconhecer – o problema têm impacto direto no tratamento. Mais do que isso: podem fazer com que, na tentativa de procurar alternativas, em certos casos se acabe por tentar soluções que na verdade não o são, como recorrer ao abuso de substâncias.

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