O consumo de bebidas alcoólicas durante a gravidez afeta na formação e desenvolvimento do feto, causando a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF). As consequências vão desde má formação na face à anormalidades cerebrais. Ao engravidar, em casos de dependência, é preciso buscar ajuda e preparar o corpo para evitar bebidas alcoólicas.

Confira no infográfico à seguir informações importantes sobre Gravidez e álcool:  Infográfico adaptado de: Healthcare Communication News

As mulheres em idade fértil que possam vir a engravidar e estão consumindo bebidas alcoólicas, colocam em risco a saúde dos bebês. As mães que amamentam e ingerem álcool também estão colocando em risco seus filhos, pois o álcool passa para o leite materno.

Um estudo feito por alguns Centros para Controle e Prevenção de Doenças, nos Estados Unidos, relatam que 1 a cada 10 mulheres com idades entre 18 e 44 grávidas admitem consumir cerveja, vinho ou licor. Cerca de um terço das entrevistadas relataram ter consumo álcool em doses excessivas nos últimos 30 dias. É definido como consumo excessivo de álcool o uso de quatro ou mais doses em uma ocasião nas últimas quatro semanas. A Síndrome Alcoólica Fetal é um quadro clínico complexo, que envolve manifestações diversas em bebês nascidos de mães que consumam bebida alcoólica durante a gestação.

Os problemas ocorrem em função da interferência na formação do sistema nervoso central do feto, cujos fenômenos de proliferação normal e migração dos neurônios não transcorrem adequadamente em certas estruturas, culminando com alterações congênitas, anomalias diversas, retardo de crescimento e anormalidade no desenvolvimento da cognição, além de problemas comportamentais que impactam ao longo de toda a vida, mesmo as crianças sobreviventes. Por razões ainda pouco conhecidas da ciência, não é 100% das crianças de mães que bebem na gravidez que nascem com problemas.

Porém, bebês que sofrem de síndrome alcoólica fetal podem nascer também com defeitos físicos, com peso e altura abaixo do normal, com defeitos na face e orelhas, com sistema imunológico enfraquecido, com má formação ou funcionamento inadequado do coração. O consumo de álcool por gestantes, a depender da dose e frequência, pode provocar desde disfunções mais sutis até o quadro completo da SAF, incluindo aborto, parto prematuro, morte fetal e uma série de deficiências físicas, comportamentais, cognitivas, sociais e motoras, além de outras dificuldades ao longo da vida.

Unidade de Dependência Química Coordenador Dr. Cláudio Duarte – CRM 90215

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