Muita gente confunde e associa depressão com tristeza. São coisas completamente diferentes. Tristeza é um estado de espírito, que pode ser uma fase ou mesmo um momento causado por um acontecimento pontual e passageiro. Não é raro ouvir pessoas tristes com problemas familiares, perda de amigos ou entes queridos ou até mesmo com a situação do país. Depressão já é outra história. Estar depressivo ou ser depressivo significa que a pessoa tem uma doença séria e que precisa de tratamento. A melhor forma de diferenciar uma da outra é o período pelo qual a pessoa está apática, sem vontade de fazer nada, sem interesse por coisas que outrora a satisfazia, sem brilho no olhar.

O hipotiroidismo (queda na produção dos hormônios T3 e T4) e a anemia são doenças que também podem ser confundidas com depressão. Desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento de colesterol no sangue estão entre os sintomas do hipotieroidismo. Já a anemia, que é a falta de ferro, zinco, vitamina B12 e proteínas, pode causar fadiga, falta de apetite, menor disposição e apatia. Então, como fazer para diferenciar tristeza da depressão? Primeiro que tristeza faz parte da vida. Às vezes estamos felizes e, às vezes, não. Mas isso não deve impedir de realizar tarefas, passear, sair de casa ou até mesmo conviver com outras pessoas.

A depressão pode, em muitos casos, ser incapacitante a ponto de a pessoa não conseguir até mesmo tomar banho. A única maneira de saber, com certeza, a diferença entre uma e outra, é procurar ajuda de um especialista. Vá ao médico, ele poderá pedir alguns exames e dar o diagnóstico. Alimentação Um estudo analisou os efeitos da alimentação no risco de desenvolver depressão. A pesquisa concluiu que pessoas que recorrem a uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes têm menos riscos de ficarem deprimidas. De acordo com a nutróloga Ana Luisa Vilela, alimentos sem conservantes podem ajudar a produzir mais o neurotransmissor serotonina e, consequentemente, melhorar o bom humor.

É necessário consultar um profissional para ter recomendações para, com a dieta certa, evitar os riscos de depressão. Consumir carboidratos também é importante. “Carboidratos fornecem energia cerebral. O cérebro é movido à glicose”, diz Ana Luisa. A especialista aconselha que a pessoa opte por bons carboidratos, com índice glicêmico baixo, como arroz integral ou batata-doce. Fonte de Vitamina C, as frutas cítricas melhoram o sistema imunológico.

“Uma alimentação equilibrada facilita muito o tratamento de doenças. Em um quadro depressivo, a pessoa se alimenta mal e acaba com baixa imunidade. Isso agrava o quadro que já é ruim”, afirma Ana Luisa. Folhas verdes, como brócolis, espinafre e couve, são importantes por ser fonte de ferro. “Pessoas anêmicas tendem à depressão porque estão fracas, têm dificuldade de fazer outras atividades”, diz Ana Luisa.

As folhas verdes também têm ácido fólico, vitamina essencial para a saúde do sistema nervoso. Oleaginosas, como castanha, noz e amêndoa, também são recomendadas pela médica, mas devem ser consumidas com moderação. Em geral, a especialista sugere no máximo 50 gramas por dia. “Oleaginosas são ricas em ômegas, têm zinco, eletrólitos e minerais que ajudam na reconstrução das células”, afirma.

Álcool é uma substância que deve ser evitada quando a pessoa tem tendência a ficar deprimida ou já está em um quadro depressivo. “Quando a gente consome muito álcool, o cérebro fica viciado no estímulo. Quando a gente se abstém, sente falta. O resultado é que a pessoa fica dependente disso para ficar feliz”, afirma. Ana Luisa recomenda um prato bem colorido, com mais ou menos cinco cores no dia a dia.

Com alimentos frescos e coloridos, a pessoa garante os nutrientes que precisa para o bom funcionamento do organismo e para ter mais disposição”. A especialista lembra ainda que a boa alimentação deve ser constante. Não basta só comer bem um dia.

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